A preocupação da sociedade com o bem-estar dos animais está cada vez mais intensa. Consequentemente, como profissionais da área de produção, necessitamos conduzir o diálogo sobre este tema de forma responsável, utilizando bases científicas e promovendo mudanças sustentáveis na forma de produzir, de transportar e de abater os animais. Neste sentido, um ingrediente essencial é o reconhecimento da senciência dos animais.
A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), a qual o Brasil é signatário exerce um papel importante nas mudanças em prol da melhoria da qualidade de vida dos animais, propondo uma série de padrões descritos no Código Sanitário para Animais Terrestres.

Para mais informações acesso o link:
OIE > Bem-estar animal
www.oie.int/en/animal-welfare/animal-welfare-at-a-glance/

Autores:
Cleandro Pazinato Dias, Caio Abércio da Silva e Xavier Manteca.
2ª edição / 2016
O livro possui 404 páginas, sendo o primeiro livro em português dedicado ao bem-estar dos suínos do nascimento ao abate.
Segunda edição

Bem-Estar dos Suínos

Capítulos:
1. Introdução
2. Ética, direito e bem-estar dos animais
3. Ciência do bem-estar animal
4. Legislações de proteção e bem-estar animal
5. Problemas de bem-estar em suínos
6. Produção do suíno ibérico e bem-estar
7. Relação entre bem-estar animal e lucratividade
Os interessados em adquirir o livro podem entrar em contato com os patrocinadores ou adquirirem pelo site: www.3tres3.com
Patrocinadores da 2ª edição:
AGROCERES
BAYER
BIOMIN
FATEC
MSD SAÚDE ANIMAL
PIC
TOPGEN
VENCO SAÚDE ANIMAL.

Gestação coletiva de matrizes suínas

Os sistemas de alojamento que causam restrição severa de movimentos aos animais de produção são amplamente questionados pela sociedade. Nos suínos, a manutenção de fêmeas gestantes em celas representa uma dessas práticas, pois impede que as fêmeas tenham comportamentos posturais de forma natural, causando estresse.
A ciência do bem-estar animal comprovou que fêmeas alojadas coletivamente e dispondo de mais espaço para se movimentarem apresentam melhores níveis de bem-estar, quando comparadas com fêmeas alojadas em celas.
Assim, muitos países passaram a exigir, através de normativas de proteção e bem-estar animal, que o alojamento coletivo de fêmeas gestantes seja uma premissa para produzir suínos, impondo datas limites para conversão das unidades antigas e proibindo a construção de novas granjas com o sistema de alojamento individual.
No entanto, como a mudança para o sistema coletivo envolve alterações estruturais com impacto econômico, este tema tem gerado discussões junto da cadeia produtiva.
No Brasil, de forma voluntária, muitas empresas anunciaram a transição para a gestação coletiva, estabelecendo prazos para a migração de seus planteis para esta nova concepção produtiva.

Projeto

Estratégias do SVO e Setor Privado para Adoção de Gestação Coletiva de Matrizes Suínas

Estratégias do Serviço Veterinário Oficial (SVO) e Setor Privado para Adoção de Gestação Coletiva de Matrizes Suínas.
Este foi um projeto internacional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e União Europeia sobre gestação coletiva de matrizes suínas no Brasil, com objetivo de contribuir para adoção sustentável deste modelo de produção de carne suína alinhado com os conceitos de bem-estar animal.
A Comissão Técnica Permanente de Bem-Estar Animal do MAPA (CTBEA) liderou o projeto com o apoio da Embrapa Suínos e Aves e Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) e contou com a colaboração da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

www.sectordialogues.org/